(Foto: Divulgação/ Secretaria de Saúde de Goiânia)

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Vacinação contra gripe termina hoje em Goiás

O objetivo no Estado é imunizar 90% do público-alvo, ou seja, mais de 2,1 milhão de goianos

Fiquem ligados. Essa terça-feira (30) é o último dia da Campanha de Vacinação contra Influenza em Goiás. Devem procurar as salas de vacinação, nos 246 municípios goianos, crianças de 6 meses a 5 anos de vida, gestantes, trabalhadores em saúde, puérperas (mulheres com até 45 dias após o parto), idosos, adultos de 55 a 59 anos.

Segundo a SES-GO, também devem ser vacinadas as pessoas com deficiência,  com doenças crônicas não transmissíveis e condições clínicas especiais, membros das forças de segurança, caminhoneiros e motoristas do transporte coletivo, funcionários do sistema prisional, privados de liberdade, indígenas e professores que ainda não se vacinaram contra o vírus influenza.

De acordo com os dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização de ontem (29), alguns grupos não atingiram a meta de vacinação. A cobertura vacinal entre crianças está em 58%; entre as puérperas, 82%, e entre gestantes, 77%. Nos adultos aptos a se vacinarem, apenas 68% procuraram a vacina. A meta definida pela Secretaria da Saúde de Goiás (SES-GO) é para que pelo menos 90% do público-alvo sejam imunizados, ou seja, 2.186.183 goianos.

Entre os trabalhadores em saúde, indígenas e idosos, a meta já foi atingida, mas pessoas desses grupos que ainda não foram vacinadas podem procurar uma sala de vacina para se imunizar, informa a Gerente de Imunização da SES-GO, Joice Dorneles.

Documentos

Além da identidade (RG) e cartão de vacinação, os integrantes dos grupos prioritários devem apresentar outros documentos. As puérperas devem apresentar atestado que comprove a sua condição, como a certidão de nascimento do filho ou o cartão de gestante.

Já professores, trabalhadores da saúde, caminhoneiros, motoristas do transporte coletivo e profissionais das forças de segurança e salvamento devem apresentar documento que comprove vínculo ou categoria profissional, como o contracheque ou o crachá. Para pessoas que vivem com doenças crônicas, é necessário apresentar prescrição ou relatório médico.

Da Redação do Alô Valparaíso/*Com as informações da SES-GO