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Polícia prende homem que teria torturado a namorada em Valparaíso

Empresário de 37 anos é suspeito de ter espancado, torturado e provocado o aborto em uma jovem

A Polícia Civil de Goiás com a ajuda da Polícia Rodoviária Federal prendeu na tarde desta sexta-feira (26/06), um empresário de 37 anos, do município de Valparaíso de Goiás, que era procurado pela Justiça como suspeito de ter espancado, torturado e provocado o aborto em uma mulher com quem tinha um relacionamento íntimo. A prisão foi realizada na Unidade Operacional da PRF, que fica situada na BR 040, em Santa Maria (DF).

No dia 03 de junho último, a mulher, também de 37 anos, procurou a Delegacia de Polícia Civil para informar que teria sido espancada, teve suas mãos, pés e pescoço amarrados, torturada e obrigada a tomar comprimidos abortivos pelo homem com quem mantinha um relacionamento. Segundo a vítima, ela chegou a ser espancada por mais de quatro horas seguidas, vindo inclusive a desmaiar. O motivo de tamanha fúria seria o fato de tê-lo informado que estava gestante. O homem, que é seu namorado, alegou não ter interesse na criança. O crime ocorreu na casa do autor na cidade goiana.

A Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) passou a investigar o caso e representou pela prisão do suposto autor. A 2ª Vara Criminal de Valparaíso deferiu o pedido e expediu mandado de prisão temporária, de 30 dias, em desfavor do investigado. No dia 12 deste mês, ele foi localizado pela Polícia Civil, mas fugiu pela BR 040 após colidir com diversos veículos. Porém, um agente de polícia da Deam tomou a iniciativa de entrar em contato com a PRF e solicitar apoio na busca pelo alvo.

Os policiais rodoviários federais passaram a monitorar se o veículo do acusado passava pela rodovia e hoje conseguiram abordá-lo. Foi dada voz de prisão a ele e a PCGO foi chamada para acompanhar e dar prosseguimento aos trâmites legais cabíveis.

O homem foi recolhido no presídio e responde pelos crimes de cárcere privado, aborto, lesão corporal, ameaça, injúria e tortura.

Da Redação do Alô Valparaíso/*Com as informações da PC-GO