Parque Ecológico começa a virar realidade em Valparaíso

Área de preservação era um sonho dos moradores da cidade.

Nesta terça-feira (11/09), o Governo Municipal de Valparaíso de Goiás, anunciou que segue dando continuidade ao projeto que garantirá a implantação do primeiro Parque Ecológico do município de Valparaíso de Goiás.

Segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o território de preservação ambiental fica localizado na Etapa D (Valparaízo I) e será um local voltado para garantir mais qualidade de vida à população, com área de camping, brinquedos, pista de cooper e academia a céu aberto.

O objetivo da administração municipal é estabelecer um lugar agradável, com paisagens verdes, fauna e flora, propício para desenvolver atividades que trazem diferentes benefícios psicológicos, sociais e físicos a saúde dos indivíduos, como, por exemplo, a redução do sedentarismo e amenizar o estresse do cotidiano urbano.

O secretário Rafael Viana revelou que as obras estão avançadas e contam com a parceria da empresa G10. Ele acredita que o novo espaço terá funções ecológicas, estéticas e sociais para os valparaisenses. “Estamos realizando um sonho e valorizando o meio ambiente. Essa é uma iniciativa cheia de funcionalidades e benefícios para os cidadãos”, destacou.

Ainda de acordo com Viana, o Parque Urbano contribuirá para a educação ambiental municipal e poderá ser utilizado como uma ferramenta importante para a aproximação das pessoas com a natureza. “Essa é uma área urbana de preservação, de promoção da sustentabilidade e que melhorará a vida de quem ama Valparaíso”, finalizou.

O prefeito Pábio conta que a criação do espaço público era um dos compromissos do seu plano de governo, que se preocupa em oferecer mais qualidade de vida e lazer para os moradores da cidade. Para ele, o equipamento marca um importante momento na história de Valparaíso e da região. “Quem ganha com essa novidade é o nosso povo, que contará com benefícios variados para o estabelecimento da saúde, do desenvolvimento social e da proteção ambiental”, concluiu.

Da Redação do Alô Valparaíso