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Padrasto é preso suspeito de agredir e queimar com cigarro menina de 1 ano no DF

Vítima foi levada a hospital com lesões diversas e equipe da unidade acionou Conselho Tutelar. Exames apontaram ‘sinais evidentes de agressões físicas’.

Lesões em criança de 1 ano no DF; suspeita é de maus-tratos pelo padrasto — Foto: Reprodução
Lesões em criança de 1 ano no DF; suspeita é de maus-tratos pelo padrasto — Foto: Reprodução

Um homem de 24 anos foi preso, nesta terça-feira (21), suspeito de maus-tratos contra a enteada, de 1 ano e 8 meses de idade, em Santa Maria, no Distrito Federal. As apurações indicam que ele agredia a criança e chegava a queimar o corpo dela com cigarro.

A menina foi admitida no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) na segunda-feira (20), com os olhos vermelhos e diversas lesões. O médico que a atendeu identificou “sinais evidentes de agressões físicas”, principalmente tapas e chutes, na cabeça e no tórax.

A equipe da unidade de saúde então acionou o Conselho Tutelar da região e a Polícia Civil, por conta da suspeita de maus-tratos. Pessoas próximas da família disseram que o responsável pelas agressões era o padrasto.

Lesões em criança de 1 ano no DF; suspeita é de maus-tratos pelo padrasto — Foto: Reprodução
Lesões em criança de 1 ano no DF; suspeita é de maus-tratos pelo padrasto — Foto: Reprodução

A genitora da criança também foi chamada para prestar esclarecimentos. A jovem disse que a menina tinha caído com o rosto no chão no dia anterior, e por isso tinha os olhos vermelhos. Alegou ainda que tinha visto o companheiro dar “apenas” dois tapas nas costas da enteada.

O caso está sendo investigado pela 20ª Delegacia de Polícia, no Gama. No boletim de ocorrência registrado na unidade, os agentes afirmam ser “evidente que as histórias da [mãe] omitem informações e ela falseia a verdade para ‘preservar’ o convivente”.

Com a constatação das agressões, o padrasto foi preso em flagrante. A prisão foi convertida em preventiva durante audiência de custódia nesta quarta (22).

Segundo o Conselho Tutelar de Santa Maria, a criança ficou sob a guarda de uma tia e do avô materno. Já a progenitora teve que sair da casa onde mora porque passou a receber ameaças de vizinhos.

Alô Valparaíso/G1