Ele é conhecido por seu grande talento como ator e humorista, é apontado pelos críticos como um dos melhores do meio artístico, no Entorno do Distrito Federal. Antonyo Sátyro, piauiense que escolheu Valparaíso de Goiás para viver e trabalhar, já criou vários personagens durante toda a sua carreira, todos eles sempre levaram alegria ao seu público e conquistam diariamente mais fãs em toda região.

Sátyro é natural de Esperantina-PI, chegou ao Entorno Sul na década de 80, quando ainda jovem morou em Novo Gama-GO. A vida artística dele é marcada por grandes trabalhos. Hoje em Valparaíso, ele é o criador do Jornal da Cidade e da Companhia de Teatro Arte e Vida. Além de ter inúmeras peças escritas e dirigidas, destacamos também o seu DVD de humor batizado como “Zorra do Val”, gravado e lançado no ano passado, e a sua participação no filme “O Maior Fotógrafo do Mundo”, produzido pelo conceituado diretor de cinema Fauston Silva.

Ao longo de toda a sua carreira, Satyro foi marcado pela facilidade em criar seus personagens. Ao ser perguntado pela nossa reportagem sobre qual era o mais importante, ele foi direto à resposta. “Criar um personagem é como compor uma música, letra e melodia caminham juntas. Trato cada um deles como se fossem um filho meu. Eu amo todos”, disse.

A respeito do apoio as atividades culturais em Valparaíso e região, Antonyo Satyro comentou que apesar da escassez de investimentos por parte das autoridades públicas, o trabalho vem sendo realizado da melhor maneira possível e ganhando amplo destaque. “Quanto menos valorização e incentivo daqueles que podem nos ajudar. Mais eu tenho que lutar, para mostrar que podemos vencer, independentemente deles. Lutar sempre, desistir jamais. Sempre com Deus na frente de nossos propósitos”, concluiu.

Em sua nova peça voltada ao público infantil, Antonyo interpreta um palhaço amigo da criançada: “Palhaço Brazukinha, em o Mundo de Alegria”. No decorrer de suas apresentações, ele canta e faz muita graça, em shows realizados nos mais variados lugares da cidade de Valparaíso.

Por Marcelo Carlos