Na última quinta-feira (11), a aquisição de 51 novos kits para Emissão da Carteira do Trabalho Digital foi assegurada pelo governo de Goiás, após audiência em Brasília que contou com a participação de Lêda Borges (PSDB), deputada estadual licenciada e titular da Secretaria Cidadã, do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB) e do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira (PTB).

 “O ministro nos garantiu que os 51 kits serão emprestados em comodato para o Governo de Goiás, até que a gente possa concluir a nossa licitação, para que não haja mais transtornos na emissão”, explicou Lêda.

O governador Marconi afirmou que o encontro com o ministro do Trabalho foi muito positivo. Segundo ele, o novo sistema de emissão da Carteira do Trabalho Digital assegura agilidade na entrega do documento por possibilitar a validação online dos dados do trabalhador junto ao sistema do PIS da Caixa Econômica Federal.

A atualização das informações também contribui para evitar fraudes e dá mais segurança no pagamento de benefícios trabalhistas e previdenciários. O documento é entregue imediatamente ao trabalhador.

Para a expedição das carteiras online, todas as unidades do Sine de Goiás precisam ter o kit com a caneta digital para a assinatura dos cidadãos que pleiteiam a carteira de trabalho. Com a parceria formado junto ao Governo de Goiás, a expedição ficará garantida.

“Viemos também agradecer ao ministro pela liberação de recursos para a formação de trabalhadores em Goiás e conversar sobre programas que nós temos no Estado e que dependem do auxílio do Ministério do Trabalho. Fomos muito bem recebidos”, afirmou Marconi

Outro ponto da reunião foi a parceria entre o governo de Goiás e o governo federal para intensificação do projeto de Economia Solidária, que prevê mais de R$ 4 milhões para serem aplicados em Economia Solidária no Estado de Goiás.

Na audiência, o governador reforçou a necessidade de parceria com o ministério. “Eu reforcei os pedidos da secretária Lêda em relação à formação e qualificação de mão de obra e aos kits que serão utilizados pelos trabalhadores”, destacou.

A Economia Solidária estimula novos modelos de produzir, vender, comprar e trocar produtos e incentiva os próprios trabalhadores a serem também os próprios donos de seus negócios. Essas atividades econômicas englobam associações e grupos de produtores; cooperativas de agricultura familiar; cooperativas de coleta e reciclagem; empresas recuperadas assumidas pelos trabalhadores; redes de produção, comercialização e consumo; bancos comunitários; cooperativas de crédito; clubes de trocas; entre outras.

Postado por Marcelo Carlos (com as informações do Jornal Opção)