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Justiça solta homem que amordaçou e estuprou mulher em Brazlândia

Marcos Rodrigues da Silva foi preso em 13 de julho, uma semana depois do crime, mas foi solto na quinta-feira (21/7)

 (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)(crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)

O acusado de estuprar uma mulher, de 57 anos, no Núcleo Rural de Curralinho, em Brazlândia, foi solto pela Justiça. Marcos Rodrigues da Silva, 23, estava preso temporariamente no Complexo Penitenciário da Papuda desde 13 de julho, sete dias após cometer o crime.

Marcos foi solto na quinta-feira (21/7). No sábado passado (17/7), a defesa do acusado formulou pedido de revogação da prisão temporária com aplicação de medidas cautelares diversas. Segundo os advogados de Marcos, o réu foi diagnosticado com déficit no desenvolvimento intelectual e sustentou que o decreto prisional foi “fundamentado de forma genérica”.

O acusado foi identificado pelos investigadores da 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia) em 12 de julho. Imagens do circuito interno de segurança captaram Marcos caminhando pela rua, em Taguatinga, após abandonar o carro da vítima em um local próximo.

Marcos Rodrigues da Silva, 23 anos, acusado de estupro e assalto em chácara de Brazlândia
Marcos Rodrigues da Silva, 23 anos, acusado de estupro e assalto em chácara de Brazlândia(foto: Divulgação/PCDF)

O crime

Na madrugada do dia 6 de julho, Marcos invadiu a chácara e estuprou uma mulher de 57 anos. O criminoso chegou na chácara a pé. Segundo o relato do enteado da mulher, o homem arrombou a porta com um ferro, invadiu a residência com um facão e foi direto ao quarto onde dormiam a mulher e o marido, um idoso de 75 anos. “Ele a amordaçou e cometeu o estupro. Meu pai sofreu um AVC há um tempo e não consegue levantar da cama, então permaneceu deitado. A família está completamente abalada”, disse em entrevista ao Correio à época.

O homem permaneceu na residência por cerca de 30 minutos. Após cometer o abuso, ele roubou o botijão de gás que estava na cozinha, leite, linguiça, cerveja e produtos de limpeza, como detergente. Levou, ainda, o carro do casal, um Prisma de cor prata. “Nunca tinha acontecido uma situação como essa por aqui. Todos os moradores se conhecem e é muito raro acontecer um crime desse potencial nessa região”, contou o enteado.

Alô Valparaíso/*Com informações do CB