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Homem é preso no DF suspeito de esquartejar, carbonizar e beber sangue de vítima

Investigação teve início após partes do corpo de Antônio Carlos Pires de Lima, de 33 anos, serem encontradas. Crime ocorreu em Samambaia.

Policiais civis prenderam, nesta sexta-feira (8), homem suspeito de esquartejar, carbonizar e beber sangue de uma vítima em Samambaia, no Distrito Federal. A investigação teve início após partes do corpo de Antônio Carlos Pires de Lima, de 33 anos, serem encontradas na região.

De acordo com o delegado à frente do caso, Rodrigo Carbone, da 26ª Delegacia de Polícia, de Samambaia Norte, o suspeito, que não teve a identidade revelada, morava no mesmo lote que a vítima.

Partes da coluna vertebral e um fêmur de Antônio foram encontrados em um terreno baldio de Samambaia, em 1° de outubro. Os restos mortais estavam carbonizados.

Antônio Carlos Pires de Lima, de 33 anos, teve corpo esquartejado e carbonizado em Samambaia, no DF — Foto: PCDF/Divulgação
Antônio Carlos Pires de Lima, de 33 anos, teve corpo esquartejado e carbonizado em Samambaia, no DF — Foto: PCDF/Divulgação

Após a localização do cadáver, os policiais deram início às investigações. De acordo com a Polícia Civil, os agentes conseguiram identificar o suspeito e conseguir na Justiça mandado de prisão preventiva contra ele.

O crime é tratado como homicídio. A suspeita é de que, após matar Antônio, o investigado bebeu o sangue dele, esquartejou e, em seguida, ateou fogo.

Homem é preso suspeito de esquartejar e beber sangue de vítima, no DF — Foto: PCDF/Divulgação
Homem é preso suspeito de esquartejar e beber sangue de vítima, no DF — Foto: PCDF/Divulgação

Violência no DF

Dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP) mostram que o Distrito Federal registrou 235 vítimas de homicídio entre janeiro e setembro deste ano. Em comparação com igual período do ano passado, foram 280 casos, ou seja, houve redução de 16%.

Em relação aos latrocínios (roubo seguido de morte), a queda foi de 41% em comparação com o ano passado. Nos primeiro nove meses deste ano, foram 14 casos e, em 2020, 24 ocorrências foram computadas na capital.

Alo Valparaíso/Agência Brasil