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E aí já votou hoje? Karol conká dita como vilã da edição está no paredão

Segundo a psicóloga Ana Paula, BBB 21 está repleto de militância errada soberba e diversas pessoas que necessitam de uma terapia

A edição do BBB 21 veio com uma pressão pelo sucesso da edição passada então a emissora decidiu repetir a dose e dividiram os participantes entre anônimos e famosos, esperando que tivesse o mesmo sucesso da edição de 2020.

A maioria dos artistas escolheram participar pela visibilidade e o engajamento do programa em suas redes sociais e na carreira. Só esqueceram que tudo é filmado e se tem uma coisa que o brasileiro gosta é julgar. A cantora Karol conká conhecida por suas letras de empoderamento feminino e de causas pretas, tem tido uma reação muito negativa aqui fora, dita como a vilã da edição Karol já perdeu mais 462 mil seguidores, segundo levantamento da agência Brunch, levando em conta shows que foram cancelados, mais os patrocínios e o programa de TV na GNT que a cantora, compositora e apresentadora perdeu, o prejuízo é de cerca de R$ 5 milhões desde que ela entrou no BBB 21.

(Imagem: Gshow/Reprodução)

Karol está sendo julgada por falas equivocadas, suspeita de xenofobia e manipulação além de tortura psicológica, a psicóloga Ana Paula tem sua opinião quanto a cantora, “Não só Karol precisa de um tratamento psicológico, mas praticamente a casa toda, os participantes no geral erram feio em alguns aspectos, o que acontece é que Karoline aparenta usar da maldade para atingir quem ela não gosta além de usar sua influência para coagir os participantes a excluírem alguém”. E completa “Assistindo as edições na íntegra podemos observar que a participante precisa de um tratamento urgente ela é soberba, e narcisista em muitas vezes muda o que o outro fala e ela acredita realmente no que inventa não assume os erros ou quando assume, e por querer algo em troca”.

A psicóloga também comenta sobre a militância da casa “Pelo que parece o pessoal força muito, acredito que seja por conta da militância existente na edição passada por conta do machismo, acredito sim que as pessoas possam ser ensinadas que estamos em um processo de desconstrução, mas um preconceito não vai ser apagado quando respondemos a ele com outro tipo de preconceito. Todos estamos sujeitos a errar o que devemos ter em mente é que da mesma forma que eles erram nós também erramos lá é um jogo e devemos eliminar quem temos menos afinidade, aqui fora temos que dar suporte e a chance da melhora, ninguém está isento de fazer merda”.

Um participante assim é um prato cheio para o brasileiro que adora apontar para o outro, é aí já votou no participante que deseja ser eliminado pode não parecer mas Karoline está disputando o paredão com Arthur e Gil.

Redação Alô Valparaíso