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Piso dos professores pode crescer 11% e Governo de Goiás deve incorporar o piso da educação

O piso salarial nacional dos professores da rede pública de educação básica pode passar dos atuais R$ 1.917,78 para R$ 2.743,65 por mês. É o que prevê projeto já aprovado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. O valor final seria atingido em três anos, com aumentos escalonados. O primeiro, para valer em janeiro de 2016, seria de 11,36%.

Em Goiás, diante do aumento de R$ 800 milhões na folha de pagamento do estado em 2015, à secretária da fazenda, Ana Carla Abrão, ainda analisa medidas para cortar gastos e aumentar receita para garantir o pagamento do piso nacional. “O valor da folha agora em dezembro vai vigorar ao longo de todo o ano de 2016. Vamos continuar com a racionalização dos gastos para conseguirmos incorporar o piso da educação, que vem de uma lei federal e não temos nenhuma margem de manobra”, explica Ana Carla.

Até que o pagamento seja viabilizado, o sindicato dos professores promete intensa mobilização e até possibilidade de greve. Diante disso, valerá a capacidade de articulação da secretária da Educação, Raquel Teixeira.

Mínimo

A lei do piso dos professores estabelece o valor mínimo a ser pago aos profissionais do magistério público da educação básica, com jornada de 40 horas semanais. O valor é calculado, a cada janeiro, com base no valor aluno-ano do (Fundeb).

Ganho real

Ao longo dos seis anos (2009-2015) desde a implementação, o piso foi reajustado em 87%, com ganho real de 37%. Este ano, a atualização de 13,01% elevou o vencimento inicial da categoria de R$ 1.697,39 para R$ 1.917,78.

 

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