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Operação da DOT e Sefaz mira em sonegação no Entorno do DF

Executada simultaneamente em Luziânia, Cidade Ocidental, Formosa e Valparaíso, no Entorno do Distrito Federal, a Operação Arrebatamento cumpriu desde a madrugada desta terça-feira (16/08) quatro mandados de prisão temporária, 19 de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais e duas conduções coercitivas. Também foram apreendidas quatro armas de fogo e porções de drogas. Empresários são suspeitos de terem sonegado cerca de R$ 129 milhões.

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Participaram da operação 100 policiais civis e 60 militares, além de 40 auditores fiscais. A secretária de Estado da Fazenda, Ana Carla Abrão Costa, esteve em Luziânia e acompanhou de perto as ações. Estão sendo apurados crimes de falsidade ideológica, associação criminosa e contra a ordem tributária. Um dos principais objetivos é recuperar aos cofres públicos recursos provenientes dos impostos sonegados por um grupo empresarial que atuava na região.

Entre os estabelecimentos alvos de mandados estão supermercados, postos de combustível e lojas de conveniências. Auditores fiscais deram início às auditorias necessárias para lavratura dos autos de infração.

As investigações tiveram início há mais de dois anos, a partir do cruzamento de dados de operadoras de cartão de crédito. Nas análises, agentes do Fisco descobriram, em apenas duas empresas em Luziânia com cadastro suspenso junto à Sefaz, movimentação de vendas que ultrapassou R$ 70 milhões.

A partir daí, as investigações apontaram um esquema de blindagem patrimonial com a utilização de pessoas interpostas no quadro societário – funcionários ou ex-funcionários do grupo empresarial. Diversos documentos falsos ou adulterados também foram utilizados.

Participam da operação a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DOT), Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), Batalhão Fazendário da Polícia Militar, com apoio do Grupo Especializado da Polícia Civil (GT-3).

De acordo com a titular da DOT, delegada Tatyane Gonçalves Cruvinel, a razão social dava a falsa ilusão de que os negócios realizados pelo grupo tinham conotação lícita. “Nosso trabalho teve de ser extremamente minucioso. Tentaram empregar uma falsa aparência de transparência”.

O nome da operação foi escolhido pelo fato da grande maioria das empresas envolvidas no esquema possuir razão social que remetem a nomes bíblicos. Arrebatamento da igreja é o evento no qual Deus realiza seu julgamento.

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