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Em Valparaíso: Candidato a governador de Goiás, em 2014, é entrevistado pela TV Senado. A Entrevista irá ao ar amanhã (22). Weslei Garcia pede a liberação de medicação de combate ao câncer para ajudar a mãe que está doente

Na próxima sexta-feira (23), a partir das 21 horas, irá ao ar na TV Senado, uma matéria que tratará sobre a “fosfoetanolamina sintética”, medicação considerada uma esperança para o tratamento do câncer.

Os entrevistados serão Weslei Garcia, candidato ao governo de Goiás, em 2014, e sua mãe, a senhora Márcia, ambos moradores de Valparaíso de Goiás. No bate-papo com a TV Senado, eles denunciaram a Indústria Farmacêutica e criticaram a omissa posição do Dr. Dráuzio Varela, quando o mesmo diminuiu a importância da substância, em entrevista concedida ao Fantástico no último domingo. Segundo Dráuzio a fosfoetanolamina não é remédio e nunca foi testada em seres humanos.

Weslei Garcia deseja que as autoridades permitam a distribuição de fosfoetanolamina sintética para o tratamento do câncer. O produto foi criado pelo Professor Gilberto Orivaldo e produzido pela USP. No entanto, o medicamento parou de ser distribuído. Mãe e filho lutam para que a ANVISA reconheça os resultados e que avance nos estudos sobre o medicamento. Márcia foi diagnosticada com câncer nos rins.

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Entenda a luta de Weslei contra o câncer de sua mãe:

PROFESSOR DA USP PODE TER DESCOBERTO A CURA PARA O CÂNCER
Texto: Weslei Garcia

No ultimo dia 25 de setembro cheguei com minha mãe ao Hospital de Câncer de Barretos para tratamento. Segundo o estado clínico dela, me propuseram apenas tratamento paliativo. Mas chegando lá, tomei conhecimento de um medicamento criado após 23 anos de pesquisa pelo renomado Professor aposentado da USP, Gilberto Orivaldo Chierice. Ele desenvolveu um composto conhecido como fosfoetanolamina, e segundo suas pesquisas, desde a década de 90, vem curando centenas de pessoas e estava sendo produzida e distribuída pelo Departamento de Química da Universidade de São Paulo no campus de São Carlos. Procurei a USP por telefone e confirmaram tudo. Inclusive, a própria Universidade estava distribuindo gratuitamente as pílulas, mas uma portaria proibiu. Agora apenas mediante liminar. Vem saindo nos últimos dias várias matérias e reportagens acerca do trabalho do Professor, que procurou a ANVISA inúmeras vezes, e que, estranhamente nunca obteve retorno favorável. Medicação barata e sem efeitos colaterais, que poderia estar salvando milhares de vidas sendo rejeitada por, de repente, ferir diretamente o maldito e lucrativo comércio farmacêutico mundo afora. O câncer é um “negócio” lucrativo no planeta e, certamente, um composto como esse a custo zero, seria uma facada nos escusos negócios que alimentam magnatas que ganham muito com a miséria alheia. Agora o professor Gilberto, merecedor de um Nobel, vem sendo perseguido e questionado. O governador Geraldo Alkmin (PSDB), médico, omisso e irresponsavelmente, simplesmente não se posiciona, e a ANVISA não consegue argumentos plausíveis para explicar o porquê de não se começar testes imediatamente ou reconhecer os resultados obtidos pela pesquisa do Professor Gilberto e sua equipe do Departamento de Química da Universidade de São Paulo. Estamos falando de um renomado cientista da maior Universidade do país. Isso é algo sério e precisa ser levado à frente. Meu apelo aqui é que permitam a aplicação do composto e voltem a distribuí-la gratuitamente a todos que necessitam. Acho também que essa pauta pode ser ponto de debate de nossos aguerridos parlamentares do PSOL no Congresso, especialmente, nosso Ivan Valente de São Paulo. Coloco-me a disposição e espero que muitos acampem essa bandeira tão justa e necessária a toda a população.

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