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Nenhuma OS se classifica para gerir Educação

Em entrevista coletiva nesta manhã de quarta-feira, dia 23, na sede da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte de Goiás (Seduce), a titular da pasta Raquel Teixeira anunciou a desclassificação das cinco organizações sociais que passavam pela etapa de análise técnica das propostas para gerir 23 escolas da Subsecretaria Regional de Anápolis. Nenhuma entidade atendeu aos requisitos rigorosos impostos pelo edital. Um novo chamamento deve ser realizado nas próximas semanas sustentado por um edital reformulado.

De acordo com a secretária Raquel Teixeira, na segunda etapa de análise das propostas, nenhuma Organização Social atingiu a pontuação exigida pela Seduce devido ao nível de rigor e exigência de qualidade. “Nós estamos lidando com estudantes, professores e a sociedade num universo extremamente importante. A qualidade dos parceiros é fundamental, porque estamos construindo uma gestão compartilhada para melhorar o ensino público de Goiás e só vamos atingir esse nível com critérios rigorosos”, ressaltou.

Projeto inédito
Raquel informou que a desclassificação decorreu de falta de clareza sobre qual seria o papel da entidade dentro da escola. “Esse nosso projeto não existe em nenhum lugar do mundo. Nós construímos um projeto inédito e talvez algumas não tenham entendido e não amadureceram o princípio desse projeto. Nós estamos construindo um modelo em que a escola vai continuar pública, gratuita e com muita qualidade”, disse.

O governador de Goiás, Marconi Perillo, já havia manifestado preocupação em cumprir com severidade os critérios estabelecidos no projeto. “Se as OSs não forem credenciadas, serão feitos novos chamamentos até que se encontrem entidades que preencham todos os requisitos e que possam transformar a Educação de Goiás numa Educação diferenciada e diferente desta mesmice que temos no Brasil”, esclareceu.

Em entrevista coletiva nesta manhã de quarta-feira, dia 23, na sede da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte de Goiás (Seduce), a titular da pasta Raquel Teixeira anunciou a desclassificação das cinco organizações sociais que passavam pela etapa de análise técnica das propostas para gerir 23 escolas da Subsecretaria Regional de Anápolis. Nenhuma entidade atendeu aos requisitos rigorosos impostos pelo edital. Um novo chamamento deve ser realizado nas próximas semanas sustentado por um edital reformulado.

De acordo com a secretária Raquel Teixeira, na segunda etapa de análise das propostas, nenhuma Organização Social atingiu a pontuação exigida pela Seduce devido ao nível de rigor e exigência de qualidade. “Nós estamos lidando com estudantes, professores e a sociedade num universo extremamente importante. A qualidade dos parceiros é fundamental, porque estamos construindo uma gestão compartilhada para melhorar o ensino público de Goiás e só vamos atingir esse nível com critérios rigorosos”, ressaltou.

Projeto inédito
Raquel informou que a desclassificação decorreu de falta de clareza sobre qual seria o papel da entidade dentro da escola. “Esse nosso projeto não existe em nenhum lugar do mundo. Nós construímos um projeto inédito e talvez algumas não tenham entendido e não amadureceram o princípio desse projeto. Nós estamos construindo um modelo em que a escola vai continuar pública, gratuita e com muita qualidade”, disse.

O governador de Goiás, Marconi Perillo, já havia manifestado preocupação em cumprir com severidade os critérios estabelecidos no projeto. “Se as OSs não forem credenciadas, serão feitos novos chamamentos até que se encontrem entidades que preencham todos os requisitos e que possam transformar a Educação de Goiás numa Educação diferenciada e diferente desta mesmice que temos no Brasil”, esclareceu.

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