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Policiais que fizeram parto em Valparaíso visitam bebê em hospital

Já era noite quando duas senhoras, desesperadas, correram até o 20º Batalhão de Polícia Militar de Valparaíso (GO) para pedir ajuda no parto de uma parente, em uma casa localizada perto dali. Três militares, soldado Camila, soldado Pedro e cabo Moura, jantavam em um estabelecimento comercial próximo ao posto policial no momento que as mulheres chegaram. A par da situação, eles partiram imediatamente ao local informado por elas. Momentos depois, auxiliados por um médico de plantão do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que passava orientações por telefone, os policiais realizaram, com sucesso, o parto de uma menina, batizada como Allana.

Aquela noite de 7 de novembro foi inesquecível não somente para os pais, mas também para os policiais, que decidiram fazer uma visita às duas, no último sábado (11), no Hospital Regional de Santa Maria, onde a mãe está em observação por conta de cólicas do pós-parto, mas ambas estão bem. “Vou lembrar para o resto da vida, assim como vou manter contato com essa família”, diz o soldado Pedro. Os militares levaram presentes e contaram que já presenciaram tantas coisas ruins , que isso ter acontecido foi “como uma benção”.

Ação rápida

A guarnição lembra que, ao chegar ao local onde ocorria o trabalho de parto, precisaram agir rápido. “Após o nascimento, a bebê estava roxa. Precisamos cortar o cordão umbilical e a enrolar em uma manta, só aí a coloração foi melhorando”, explicam os policiais. Depois de alguns minutos, uma unidade do Corpo de Bombeiros de Goiás, comandada pelo Sargento Freitas, chegou ao local, onde foi dada a continuidade do procedimento, aferindo pressão e avaliando o estado de mãe e filha.

O médico Reyner Abrante conta que, ao entrarem em contato com ele por telefone, precisou fazer um atendimento conhecido como telemedicina. “Para o procedimento, é preciso fazer algumas perguntas para conseguirmos analisar a situação e saber se ela é urgente”, explica. Ele acredita que para quem não está acostumado, é uma situação atípica, mas que a equipe policial manteve a calma e foi essencial para que tudo ocorresse bem. “Minha orientação foi no corte do cordão umbilical e na limpeza, até o Samu chegar”, afirma.

Risco de morte

O bombeiro Jorge Soares da Silva, de 35 anos, pai de Allana, conta que a mulher, Valdirene Alves da Silva, estava com 39 semanas de gestação e eles estavam se preparando para ir ao hospital quando ela entrou em trabalho de parto. “Infelizmente, tudo deu errado, e sem a ajuda dos policiais teria risco de morte”. Ele lembra que estava muito nervoso até para auxiliar no parto da própria filha, mas que teve sorte pela ajuda recebida. “Sou só elogios para todos os envolvidos que nos ajudaram”.

De acordo com o soldado Pedro, foi uma experiência maravilhosa que ele nunca esperou passar. “Eu não tinha feito nada parecido e nem tinha conhecimento do que fazer. Mas somos instrumentos nas mãos de Deus, e salvar a vida da neném foi o que nos ocorreu em primeiro lugar”, garante, emocionado.

Via Jornal de Brasília 

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