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Mãe pede ajuda para encontrar jovem que desapareceu há quase 30 dias

Jussara relata que está sofrendo com a falta de notícias sobre Thayná. “Muita dor, muito sofrimento. Desde o dia que ela sumiu estou correndo atrás, buscando informações, mas até agora nenhuma pista. Eu não desejo para mãe nenhuma o que eu estou passando. Peço ajuda de todos, que andem atentos, [para ver] se essa menina não está em algum lugar de Goiás. Por gentileza, me ajudem. Eu estou realmente desesperada pela minha filha”, disse em entrevista à TV Anhanguera.

A jovem desapareceu no último dia 16 de fevereiro, por volta das 16h, depois que o padrasto dela a deixou em um ponto de ônibus. Imagens de câmeras de segurança mostram quando os dois entram no carro.

Desde que ela sumiu, a família busca diariamente para encontrá-la. A mãe pede que qualquer pessoa que souber notícias da filha avise a polícia por meio do disque denúncia (197).

“Alguma pessoa que tenha visto ela na parada [de ônibus] naquele dia, que não tenha medo de dar informação. Que ligue para a polícia, essa pessoa não precisa ser identificada. Eu preciso saber se, realmente, ela esteve na parada de ônibus e se ela pegou alguma carona, algum carro, alguma lotação. Eu não tenho informação nenhuma sobre a minha filha. Eu peço ajuda a todos”, afirmou.

Apesar da falta de informações sobre Thayná, a mãe afirma que tem esperanças de encontrá-la bem. Ela afirma que aguarda os resultados de investigações da Polícia Civil. “Espero que essa semana essa dor acabe, que a verdade chegue e ela apareça. Peço a Deus que ela volte viva”, contou.

Investigações
O delegado responsável pelo caso, Rafael Abrão, informou que está aguardando laudos da Polícia Técnico-Científica para dar andamento às investigações. Segundo ele, a Polícia Civil tem várias imagens, mas não podem ser divulgadas para não atrapalhar as apurações.

“Esses laudos periciais devem ficar prontos até o início da próxima semana. O instituto nos informou que eles estão sendo tratados de forma prioritária. Aguardamos esses resultados para ter mais informações sobre o paradeiro dela”, relatou ao G1.

Ainda conforme Abrão, a corporação trabalha com várias possibilidades e não tem uma linha de investigação principal. “A gente não descarta sequestro, cárcere, homicídio e nem que ela tenha fugido de casa. Não temos nenhuma prova ainda”, afirmou.

Via G1-GO

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